O que seus objetos dizem sobre você?

O que seus objetos dizem sobre você?

Há um momento na vida em que a gente percebe que passou tempo demais tentando caber.
Cabendo em padrões, expectativas e tendências que nem sempre dizem algo sobre quem somos.

Talvez por isso exista algo tão poderoso em dar o nosso próprio toque aos objetos que usamos no dia a dia.
Assim como a casa que habitamos, aquilo que nos acompanha: roupas, bolsas, detalhes ... pode (ou não) refletir nossa identidade pessoal.

Criar é uma forma silenciosa de dizer:
“isso sou eu”.

O gesto simples de se expressar

São tantas possibilidades…
Bordar um detalhe.
Pintar uma flor.
Costurar um aplique.
Transformar algo que parecia pronto demais.

Durante muito tempo, esses gestos foram vistos como pequenos, ultrapassados ou sem valor.
“Coisa de vó”, diziam.
Como se o fazer com as mãos fosse menor do que consumir o que já vem pronto.

Mas talvez seja exatamente o contrário.

Criar manualmente é uma das formas mais antigas e verdadeiras de expressão pessoal.
É presença.
É liberdade.
É você se reconhecendo no que usa.

Dons que aprendemos a esconder

Quantos de nós carregam habilidades manuais, criativas, intuitivas…
Mas não dão espaço para que elas apareçam.

Às vezes por vergonha.
Às vezes por medo do julgamento.
Às vezes porque “não está na moda”, “não é produtivo”, “não combina com quem eu sou hoje”.

E assim, aos poucos, essas partes vão sendo guardadas.
Em caixas invisíveis ou reais, esquecidas no fundo de um armário, numa gaveta, numa prateleira.

Tudo por aprender, cedo demais, que elas não tinham lugar.
Mas têm.
Sempre tiveram.

A base perfeita para ser quem você é

As bolsas da Bela Baru tem esse propósito:
não disputar atenção,
não impor estilo,
não dizer quem você deve ser.

Elas são bolsas artesanais, de estética limpa e atemporal, pensadas como base.
Base para bordar, pintar, customizar, transformar.


Cada detalhe acrescentado carrega história.
Cada marca pessoal é extensão da sua liberdade, da sua imagem e da sua essência.

Liberdade não é seguir, é abrir asas

Para mim, liberdade tem menos a ver com seguir caminhos prontos
e mais a ver com abrir asas.

Asas que talvez um dia tenham sido cortadas.
Asas que ficaram adormecidas.
Mas que ainda sabem voar.

Criar, experimentar e se permitir errar são formas de lembrar disso.
De lembrar quem se é.

Que este espaço seja um convite.
Não para consumir mais,
mas para sentir mais.
E, aos poucos, voltar a ser inteira.

 

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